Há uma história relatada num filme infantil que
tem aplicação direta no nosso tema de concursos
públicos.
Havia um mamute órfão que foi criado por uma família
de gambás. Cresceu com hábitos de gambá:
dormia de “cabeça para baixo”, só
saía para caçar à noite, comia insetos,
enfim, tinha plena certeza de ser um gambá e se comportava
como tal. Em determinado momento, ao avistar um abutre, o “mamute-gambá”
deita no chão e finge que está morto - os abutres
não atacam presas mortas. Ao ver essa cena, todos os
outros animais ficam sem entender o porquê de tal atitude.
Como um animal de mais de 4 metros de altura que pesa cerca
de 10 toneladas pode ter medo de ser capturado pelas presas
de um simples abutre? E um absurdo, não é mesmo?
Porém, muitos concurseiros são como esse mamute.
Não sabe em o potencial que guardam dentro de si, estão
sempre à margem de si mesmos. Usufruem uma ínfima
parcela de sua inteligência.
Se você olhar para as pessoas mais bem-sucedidas em qualquer
campo, verá que não são necessariamente
as melhores, as mais brilhantes, as mais rápidas e as
mais fortes. Descobrirá que são aquelas com maior
confiança. Se você entrar nessa jornada de concurseiro
cheio de dúvidas e de inseguranças, suas chances
de aprovação serão mínimas. Muitos
são os que querem, mas poucos são os que acreditam.
Sem crença é difícil agir na realização
de metas. Acredite em si mesmo. Você é capaz, basta
acreditar.
Não se veja menor que os outros. As pessoas que passaram
em concurso não são melhores nem mais inteligentes
que você. Apenas reconheceram o próprio potencial
e pagaram o preço para ter sua s metas alcançadas.
Se você se sente inferior aos outros, pensa em termos
negativos e se considera incapaz, então é isso
o que se torna. Por outro lado, se você se considera capaz,
acha que é bem sucedido, vivendo com confiança,
então é isso o que se torna.