O ideal mesmo é que você se encontre numa carreira
(militar, bancária, jurídica, orçamentária
etc) até ser aprovado em algum concurso da área.
Mas às vezes o edital do “concurso dos seus sonhos”
vai demorar a sair, e você precisa trabalhar para pagar
suas contas, alcançar independência financeira,
investir nos estudos. Nesse caso, estude para o concurso que
estiver aberto no momento, por mais que não seja o que
você realmente queira. Use-o como trampolim para alcançar
o seu objetivo. O único problema está em você
se acomodar e esquecer que aquela não é a sua
meta, é apenas um ponto intermediário. Mais uma
vez há que ser lembrada a importância de ter uma
meta clara, objetiva.
Além do mais, é interessante que você faça
o maior número possível de provas e simulado.
Isso vai te condicionar a ser um bom concurseiro, eliminando
as deficiências que alguns têm ao fazer provas.
Vale ressaltar, porém, que não é bom você
se aventurar estudando para todo e qualquer concurso que vier
pela frente. Existem concursos antagônicos - refiro-me
às matérias da prova. Por exemplo, não
há nenhuma pertinência entre um concurso para a
área bancária e outro para o poder judiciário.
É perigoso estudar para ambos já que são
conteúdos programáticos distintos e a possibilidade
de se aprofundar neles é menor.
Note que eu disse que é perigo, não disse que
é proibido. Você pode muito bem fazer concursos
para essas duas áreas. Inclusive, conheço pessoas
que foram aprovadas em concurso da área bancária
e, logo após, em concurso da área judiciária.
Estou apenas te alertando para um perigo que você corre
– o de não conseguir se aprofundar em nenhum deles.
Portanto, use sempre o bom senso e acima de tudo um foco.